Freios de carro: quando fazer a troca dos componentes

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Todo material tem um tempo de vida útil, logo, não seria diferente com os freios de carro. Independente da fabricante, modelo e até motorista, os freios sofrem desgaste natural, assim como qualquer outra peça. Isso quer dizer que a manutenção deve ser seguida rigorosamente, garantindo direção tranquila e segura para o motorista e seus passageiros.

Entre os componentes dos freios de carro, devemos destacar as pastilhas, discos e fluídos, cuja longevidade pode variar muito, especialmente se considerarmos fatores gerais, como o cuidado com o carro, tipo de carro e direção, uso em estradas e modelo de estradas. Mas, geralmente, os prazos de revisão estipulados pela fabricante e todas as informações estão no manual do veículo, justamente por conta da variação da vida útil desses componentes.

Saiba mais!

Quando fazer a troca das pastilhas?

Pastilhas são componentes dos freios de carro que sofrem desgaste mais rapidamente, por fazerem contato direto com os discos para desacelerar as rodas. Elas são feitas de resina, fibras e fragmentos metálicos, materiais que desgastam naturalmente com o alto atrito provocado ao frear.

Para saber quando fazer a troca das pastilhas, deve-se observar a espessura delas. De acordo com o Centro de Experimentação e Segurança Viária do Brasil (CesviBrasil), a espessura não deve ser menor do que 2 mm, caso contrário, a frenagem pode ser comprometida. Além disso, sem as pastilhas, há atrito direto entre as peças metálicas, o que compromete a vida útil de vários outros componentes.

Atualmente, diversos modelos de carro já possuem indicadores para as pastilhas, apontando quando é a hora de trocá-las.

Discos de freio de carro

Depois das pastilhas, vem os discos. A manutenção desses componentes é essencial, mesmo que eles não sejam trocados com a mesma frequência. É possível fazer um recondicionamento da peça, dependendo das condições e de como o procedimento, chamado de “passe”, é realizado. Se o disco estiver dentro do seu limite de espessura – vem sempre gravada no disco –, o passe por ser feito, mas se estiver com espessura mínima, superaquecido ou empenado, este procedimento não é recomendado.

Dica: ao trocar a pastilha, sempre verifique as condições do disco e solicite a manutenção, pois uma pastilha nova em um disco gasto não confere o atrito necessário para realizar a frenagem de forma eficiente. Isso pode colocar o veículo e seus passageiros em risco.

Fluido de freio de carro

Diferente dos outros dois componentes citados, o fluído já tem seu tempo de vida útil pré-determinado. Isso porque ele é feito para absorver a umidade, já que o sistema de freios trabalha com temperaturas muito altas, e a contaminação por água representa grande problema para o seu funcionamento ideal.

Na prática, um dos efeitos da absorção de água é a formação de bolhas de ar na tubulação para que a fervura do fluído atinja a potência necessária. Só assim a frenagem pode acontecer de maneira eficiente em situações onde ela precisa ser brusca e rápida para evitar acidentes.

As informações sobre a validade do fluído estão prescritas no manual do proprietário. Basta seguir as recomendações do fabricante para que o sistema tenha o seu melhor desempenho. Para quem não dispõe do manual do veículo, é recomendado que o fluído seja trocado a cada dois anos ou a cada 30.000 kms rodados.

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