Interior dos carros terá mudanças devido ao novo coronavírus

Interior dos carros terá mudanças devido ao novo coronavírus

A pandemia do novo coronavírus afetou diretamente vários setores; a indústria automotiva foi um deles. As exigências dos consumidores aumentaram e, além de proteção contra colisões, roubos e sequestros, eles também estão preocupados com a saúde mental e física. Confira a seguir como a covid-19 vai influenciar mudanças no interior dos carros.

Agora, mais do que nunca, as pessoas precisam se sentir seguras e protegidas das ameaças externas. Isso inclui bactérias, vírus e, principalmente, o novo coronavírus. A ideia de transformar o carro em um lugar aconchegante para os motoristas sempre foi relevante. Com a chegada dos aplicativos de transporte, tornou-se ainda mais. Agora, devido à pandemia, a atenção de todos voltou-se novamente para a segurança.

O que a indústria automotiva já sabe é que a higienização no interior das cabines é precária e há uma grande dificuldade em acessar algumas áreas, como a parte inferior dos assentos, carpetes, entre outras. Algumas empresas já fizeram testes com sistemas de climatização para neutralizar patógenos nocivos. Volvo, Nissan e Hyundai já oferecem sistemas de filtragem de ar; a Jaguar Land Rover fez testes utilizando luz ultravioleta para impedir a disseminação de bactérias e vírus; e a Mercedes-Benz vem testando uma tecnologia que melhora até o ar de fora da cabine — o sistema absorve o ar impuro, o filtra e o devolve à atmosfera.

Interior dos carros terá mudanças devido ao novo coronavírus.

As empresas já estão bem avançadas na busca por novos modos de proteger o motorista e os passageiros. A Mercedes foi ainda mais longe na missão de manter a saúde mental do motorista — o Mercedes GLE Coupé oferece “conforto energizante”, um sistema que inclui exercícios de meditação e alongamento que ajudam na circulação, respiração e relaxamento.

É possível observar como o novo coronavírus mudou o comportamento das pessoas e acelerou o desenvolvimento de diversos setores. Enquanto a tão esperada vacina ainda não está disponível, as empresas correm contra o tempo para oferecer a proteção que os consumidores precisam.

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